Desenvolvimento Fenológico de Três Variedades de Palma Forrageira em Área Degradada no Seridó Paraibano

Dantas, Maria Isabel

Resumo

Este Estudo realizado na Fazenda Agroecológica Gavião município de Picuí, semiárido da Paraíba teve por objetivo avaliar o desenvolvimento fenológico de diferentes variedades de palma forrageira, verificando a capacidade de produção e adaptabilidade em área degradada no Seridó Paraibano. O experimento foi conduzido em um esquema fatorial 3 x 2 com 03 variedades de palma forrageira Orelha de Elefante (Opuntia stricta), Baiana (Nopalea sp) e a Palma de Espinho (Opuntia dillenii), plantadas em 02 espaçamentos: 1,0 x 1,0 m e 2,0 x 1,0 m, com três repetições. As raquetes foram plantadas em berços de 15 cm de profundidade, tendo como adubação de fundação 1,5 kg de esterco bovino curtido. Após dos 365 Dias do Plantio (DAP) retornou-se na área e realizou-se a contagem das brotações, bem como foram analisados também os seguintes parâmetros: peso da massa verde, comprimento, largura, perímetro, espessura e peso da massa seca das raquetes. Todas as espécies estudadas obtiveram 100% de sobrevivência em todas as parcelas. Para a largura das raquetes a variedade Baiana obteve um índice maior, com 16,03 cm, já para o perímetro, verificou-se que a variedade Orelha de Elefante, plantada no espaçamento 1,0 x 1,0 m apresentou uma média de 48,84 cm para suas raquetes, demonstrando o melhor resultado. Houve um desenvolvimento fisiológico satisfatório entre todos os parâmetros avaliados. Pode-se concluir que as três espécies de palma forrageira podem ocupar os espaços desertificados iniciando um processo de recuperação de área degradada.

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