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    <dc:date>2026-04-10T07:49:28Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.ifpb.edu.br:80/handle/177683/4682">
    <title>Amputação por desarticulação de membro torácico em bezerro</title>
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    <description>Title: Amputação por desarticulação de membro torácico em bezerro
Authors: Alves, Wênia dos Santos
Abstract: As fraturas em ossos longos de ruminantes são frequentes, sendo as mais observadas envolvendo&#xD;
o metacarpo ou metatarso, fêmur, falange medial, úmero, rádio e ulna. A decisão de resolução de fraturas&#xD;
em animais de grande porte leva em consideração o valor econômico do paciente, valor genético, a&#xD;
localização e tipo de fratura, o custo do tratamento e o prognóstico do animal. Apesar dos avanços na&#xD;
Medicina veterinária na área de ortopedia, a resolução de fraturas em ossos longos de grandes animais&#xD;
ainda é um grande desafio, principalmente quando o tratamento conservativo não traz resultados&#xD;
satisfatórios, levando a decisão pela amputação do membro fraturado ou a eutanásia. Esse trabalho tem&#xD;
por objetivo relatar o primeiro caso de amputação por desarticulação úmero radioulnar em bovino. Uma&#xD;
bezerra de quatro meses de idade foi atendida no hospital escola com uma fratura completa de metacarpo&#xD;
direito, com ferida por laceração extensa com exposição óssea da parte proximal do osso metacarpiano,&#xD;
áreas de necrose em tecido ósseo e tecidos moles e odor fétido. Devido à gravidade do caso, decidiu-se&#xD;
pela amputação do membro torácico direito. A anestesia foi realizada foi o bloqueio de plexo braquial e&#xD;
o procedimento cirúrgico foi amputação por desarticulação úmero radioulnar. O tratamento póscirúrgico foi com o uso de antibiótico, anti-inflamatórios e analgésico. O paciente apresentou&#xD;
recuperação satisfatória e rápida adaptação, recebendo alta médica após quatro dias de internamento. A&#xD;
desarticulação úmero radioulnar como técnica de amputação em bovinos não está descrita na literatura,&#xD;
tornando-se uma abordagem inovadora. A recuperação satisfatória e a rápida adaptação do animal à&#xD;
locomoção com três membros demonstram o sucesso do procedimento, evidenciando sua viabilidade.&#xD;
Esses resultados ressaltam a relevância de incluir essa técnica como uma opção cirúrgica ortopédica&#xD;
para ruminantes, incentivando novos estudos e a sua aplicação na medicina veterinária</description>
    <dc:date>2025-06-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.ifpb.edu.br:80/handle/177683/4329">
    <title>Caracterização epidemiológica, clínica, ultrassonográfica e  natomopatológica de pitiose gastrointestinal em cães</title>
    <link>http://repositorio.ifpb.edu.br:80/handle/177683/4329</link>
    <description>Title: Caracterização epidemiológica, clínica, ultrassonográfica e  natomopatológica de pitiose gastrointestinal em cães
Authors: Matias, Isabela Calixto
Abstract: O objetivo deste trabalho foi descrever os achados epidemiológicos, clínicos, anatomopatológicos, ultrassonográficos, histoquímicos e imuno-histoquímicos de pitiose gastrointestinal em cães diagnosticados no Laboratório de Patologia Animal do IFPB. No  período de 2014 a 2022 foram diagnosticados cinco casos da doença e o diagnóstico definitivo  foi estabelecido pela imuno-histoquímica. Desses casos, foram extraídos dados epidemiológicos e clínicos, exame ultrassonográfico, além das lesões macroscópicas e microscópicas. Para caracterização morfotintorial do P. insidiosum foram realizadas colorações histoquímicas como metenamina nitrato de prata de Grocott (GMS) e ácido periódico de Schiff (PAS). Em um dos casos foi realizado exame citológico durante a necropsia. Na imuno histoquímica foi utilizado anticorpo primário policlonal anti-P. insidiosum na diluição de 1:1.000. Macroscopicamente as lesões caracterizam-se por espessamento transmural das camadas do estômago; duodeno, jejuno e íleo; ceco, cólon e reto; e linfadenomegalia com massas irregulares, firmes e amareladas. Citologicamente foram observados acentuado  infiltrado inflamatório piogranuulomatoso com células gigantes multinucleadas e imagens  negativas de estruturas tubuliformes sugestivas de hifas de P. insidiosum. Histologicamente, havia enterite e gastrite piogranulomatosa ou granulomatosa associada a imagens negativas de estrutura tubuliformes sugestivas de hifas de P. insidiosum no citoplasma de células gigantes, macrófagos e livres em áreas de necrose por vezes circundadas por Splendore Hoeppli. Na coloração histoquímica de GMS, as hifas foram coradas em preto, eram largas, raramente septadas e ramificadas e no exame de imuno-histoquímica foram marcadas em marrom. Em nenhum dos casos as hifas foram coradas pelo PAS. Conclui-se que a imuno-histoquímica permitiu a identificação específica de P. insidiosum em amostras de tecido, confirmando o diagnóstico sugerido por características clínicas, epidemiológicas e ultrassonográficas. Pitiose gastrointestinal em cães deve ser incluída nos diagnósticos diferenciais de doenças que cursam com sinais gastrointestinais que ocorrem em áreas endêmicas.</description>
    <dc:date>2024-11-20T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.ifpb.edu.br:80/handle/177683/3911">
    <title>Amiloidose sistêmica com ruptura hepática em um felino</title>
    <link>http://repositorio.ifpb.edu.br:80/handle/177683/3911</link>
    <description>Title: Amiloidose sistêmica com ruptura hepática em um felino
Authors: Silva, Caroline Gomes da
Abstract: Descrevem-se os achados clínicos, patológicos e histopatológicos de um caso de amiloidose  com ruptura hepática em um gato, sem raça definida, macho, de quatro anos de idade, com histórico de anorexia, dor à palpação abdominal e vocalização há dois dias. O animal foi internado e na avaliação clínica verificou-se, além dos sinais clínicos relatados, mucosas oculares e oral pálidas, desorientação, midríase e disfagia. A evolução clínica foi de dez dias e, mesmo com a instituição do tratamento sintomático, o animal morreu e foi encaminhado para realização da necropsia. Macroscopicamente, foi observado hemoperitônio na cavidade abdominal, fígado aumentado de volume, difusamente pálido, friável, com superfície capsular irregular, áreas multifocais de fissuras no parênquima associadas a coágulos cruóricos. A principal lesão microscópica caracterizou-se por dilatação sinusoidal difusa por material  eosinofílico hialino, amorfo, opaco e abundante, e áreas multifocais de hiperplasia de células  epiteliais de ductos biliares. Na coloração histoquímica de Vermelho Congo esse material corou-se em vermelho alaranjado, confirmando o diagnóstico de amiloidose. A doença  representa um desafio na medicina veterinária, principalmente para felinos, pois tem um caráter progressivo, difícil diagnóstico clínico, tratamento ineficaz e geralmente com prognóstico desfavorável e sinais clínicos tardios, surgindo apenas quando há comprometimento grave nos órgãos. Dessa forma, é essencial o reconhecimento de mais casos da doença para melhor compreensão da etiopatogenia e auxílio terapêutico.</description>
    <dc:date>2023-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.ifpb.edu.br:80/handle/177683/3541">
    <title>Luxação patelar medial bilateral congênita em um felino</title>
    <link>http://repositorio.ifpb.edu.br:80/handle/177683/3541</link>
    <description>Title: Luxação patelar medial bilateral congênita em um felino
Authors: Alcântara, Émerson Timóteo de
Abstract: A luxação patelar consiste no deslocamento medial ou lateral da patela em relação ao sulco troclear, podendo ter origem congênita, de desenvolvimento, traumática ou sedentária. Esse trabalho objetivou relatar o caso de um felino, macho, SRD, seis meses de idade, apresentando luxação patelar medial bilateral congênita. Através da avaliação clínica específica, constatou-se claudicação em membros pélvicos, relutância ao movimento, aumento de volume nas articulações fêmuro-tíbio-patelar, contratura muscular que afetou o complexo quadríceps femoral, além de luxação patelar grau II em ambos os membros. Realizaram-se exames laboratoriais e radiografia dos membros pélvicos nas projeções crânio caudal, médio lateral e na projeção tangencial (Skyline). A correção cirúrgica ocorreu em duas etapas, havendo primeiramente a correção do membro pélvico esquerdo, por estar promovendo mais dor ao animal no momento do exame, e após seis semanas, realizou-se a correção cirúrgica do membro contralateral, utilizando a associação das técnicas de trocleoplastia em cunha com aprofundamento do sulco troclear e a imbricação capsular do retináculo lateral em ambos os membros. Diante do exposto, conclui-se que a luxação patelar pode ocorrer em felinos, devendo ser diagnosticada primeiramente pelo exame físico ortopédico, podendo ser complementado por exames de imagem e que as técnicas cirúrgicas realizadas em duas etapas foram eficientes no caso reportado, obtendo uma adequada recuperação pós operatória.</description>
    <dc:date>2022-05-26T00:00:00Z</dc:date>
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